VOCAÇÃO DE JESUS!
Deus seja amado com todas as forças de nosso coração e de nossa alma.
21/06/2021

Antes de iniciar a leitura dessa meditação, aconselho você a se preparar interiormente através desse método de RECOLHIMENTO DIANTE DE DEUS.
https://vocacaodejesus.com/meditacao/recolhimento-diante-de-deus/

CAPÍTULO 1

MAIS UM PROTESTANTE NA CONVERSA

Quando Pedro chega, Russel e Natália, com Igor nos braços, estão no jardim, esperando por ele. Cumprimentam-se e sentam-se na varanda. Estão conversando, quando chegam dois carros com Flávio e Susannah, pastor Melâncton e outro homem. Russel, Natália e Pedro levantam-se. Após os cumprimentos, o pastor Melâncton apresenta seu amigo.

– Boa noite, irmãos! ALELUIA! Esse é o pastor Calvino. Era um homem perdido, hoje é um homem renovado, muito fiel desde que se entregou a Jesus. Tirei a alma dele da sarjeta e o preparei para ser pastor. É um dos melhores pastores da minha igreja. É um teólogo, grande estudioso da Bíblia.

– A paz do Senhor Jesus para todos! O pastor Melâncton me convidou para vir a essa reunião que vocês estão tendo. Obrigado por me receberem.

Russel convida todos a entrarem e conversarem dentro de casa. Apesar de tentar disfarçar, é notório o olhar de repreensão do pastor Melâncton para Flávio, hoje ex-membro de sua igreja. Flávio, por sua vez, está muito tranquilo. Tem em sua mão o livro da vida de São Francisco, o qual Pedro havia pedido para ele comprar e ler.

Pedro pede para orarem um pouco, para iniciarem a conversa. Rezam o Vinde Espírito Santo, um Pai Nosso, uma Ave Maria e a oração de São Miguel Arcanjo. Os pastores não reclamam durante as orações católicas, ficam em silêncio. Em seguida, Pedro diz:

– Peçamos a Deus que também nos dê um espírito de criança nessa conversa, não a maturidade natural da idade delas, mas a inocência do espírito. Flávio! Vejo que você está com o livro que lhe pedi para ler.


CAPÍTULO 2

EU QUERIA ENTRAR E QUEBRAR TODAS AS IMAGENS

– Comprei no dia seguinte à nossa conversa, e li em dois dias. Ao ver a santidade no modo de vida de São Francisco, quanto mais eu lia, mais eu queria ler. O autor do livro, Tomás de Celano, foi discípulo de São Francisco. Ele escreveu o que viu. A leitura dele me deixou muito curioso e com muita vontade de conhecer a espiritualidade dos católicos.

Sei que nem todo católico vive como São Francisco. Os chamados de Deus são diferentes para cada pessoa. Mas uma força dentro de mim me puxa para a “Igreja que Jesus fundou em Pedro”, como você diz e repete. Até já decorei.

Perto de minha casa tem uma igreja católica. Antes, quando a olhava, eu queria entrar e quebrar todas as imagens dos santos lá dentro. Via os católicos e o padre como idólatras, adoradores de imagens. Mas nesta semana, eu entrei todos os dias nesta igreja que eu considerava um templo pagão.

No primeiro dia em que entrei, senti uma grande alegria. Ao entrar na Igreja, a cada passo que eu dava, a alegria aumentava. Sem eu querer, meus pés iam me levando para perto do altar. Havia umas mulheres e homens ajoelhados, olhando para o altar, cantando baixinho, bem baixinho, com profundo respeito.

Aproximei-me para ouvir o que cantavam. Ao chegar perto deles, meus joelhos se dobraram. Uma força muito grande empurrou meus ombros para baixo. Meus joelhos bateram no chão com muita força. Apesar da pancada e do barulho, estes católicos só olhavam para o altar. Percebi que não sentia dor.

Quando escutei o que eles cantavam, eu não conseguia entender. Ouvia, mas não entendia; contudo sentia uma grande paz. Pedi a Jesus para entender o que eles cantavam. Depois de um tempo, comecei a entender cada palavra da música, que ia me queimando por dentro.

Não sei quanto tempo fiquei assim, pois quando dei por mim, todos tinham saído e só tinha a pessoa que toma conta da igreja; que, inclusive, é meu vizinho. Fui até ele e perguntei que cântico era aquele. Ele, perplexo, pois não sabia que eu tinha renunciado ao protestantismo, sem nada dizer me entregou um folhetinho: esse aqui que tenho. Eu disse a ele que agora era católico. Ele continuava me olhando sem nada dizer. Acho que ele não acreditava.

A música que cantavam ficou gravada em minha mente e coração. Cantei lá em casa todos os dias, e todos os dias fui à igreja me ajoelhar diante do altar e cantar essa música. Cada vez que cantava, chorava. A letra da música é assim… posso cantar?

– Deixemos para depois. Vamos ao assunto. – Disse o pastor Melâncton.

– Eu gostaria de ouvir. – Disse Pedro.

Russel e Natália disseram que também queriam ouvir.

Então, Flávio tirou o celular do bolso, onde tinha a foto do altar da igreja. Olhando para a foto, ajoelhou-se e cantou:

“Tão sublime Sacramento, adoremos neste altar, 
pois o Antigo Testamento deu ao Novo o seu lugar.
Venha a fé, por suplemento, os sentidos completar.
Ao Eterno Pai cantemos; a Jesus, o Salvador, 
ao Espírito exaltemos, na Trindade, eterno amor.
Ao Deus uno e trino demos a alegria do louvor.
Amém!”

Ao terminar de cantar, com os olhos cheios de lágrimas, disse que iria cantar mais uma vez. Cantou e chorou. Chorava e soluçava. Pedro, Russel e Natália choraram discretamente. Os três protestantes (Susannah, a mulher de Flávio, continuava protestante) ficaram sem saber o que fazer. Se olhavam, mas nada podiam fazer. O poder de Deus, que envolvia Pedro, Russel, Natália e Flávio, intimidava-os. Flávio silencia e se senta. Todos estão em silêncio, e Flávio pergunta:

– Posso falar ainda?


CAPÍTULO 3

AS IMAGENS DOS SANTOS

Russel e Natália respondem ao mesmo tempo:

– Sim! Fique à vontade.

– Como falei, no dia seguinte fui à Igreja. A Católica, obviamente. Cheguei às 14h30min. Não havia ninguém. Senti uma vontade irresistível de olhar as imagens dos santos, que ficam nas laterais e na frente. A igreja tem formato de cruz. Então, fui olhar. Ao pé de cada imagem tinha um panfleto com a história da vida do santo. E um cofre para contribuição espontânea, para a confecção de mais panfletos. Contribui pouco, mas me comprometi comigo mesmo de, no dia seguinte, fazer uma contribuição maior.

Fui pegando os panfletos e lendo um a um. Em todos eles havia um resumo bem elaborado que dizia muito da vida do santo. Eu lia de pé, diante da imagem. Ao terminar, ficava olhando para o rosto. Olhei mais de perto a imagem do São Pio de Pietrelcina. O panfleto falava de seus estigmas. Eu tinha lido a respeito, um tempo atrás, e disse a mim mesmo que era coisa do Diabo essa coisa de estigma.

Ao ler o panfleto, mesmo sendo muito resumido, eu pude crer. Acho que não entendi ainda, mas pude crer que os estigmas eram obra do Espírito Santo, como em São Francisco. Atrás do panfleto… com licença, tenho ele aqui… permitam-me ler:

Um médico americano, adepto da parapsicologia, foi visitar São Pio. Olhando os estigmas, que estavam cobertos com lenços, ele disse: “Eu não acredito em seus estigmas; eles só apareceram porque o senhor pensava muito fixamente nos estigmas de Cristo. Isso é coisa do poder da mente”.

São Pio, com sorriso de bondade, respondeu: “Muito bem, filho; pensa intensamente que és um boi; verás que te nascerão chifres”.

Eu não pude me conter ao ver o espírito de santo humor deste grande santo católico. Eu ri discretamente dentro da igreja, mas meu riso era respeitoso e silencioso.

Sem nenhuma exceção, tive forte impressão de que cada imagem sorriu para mim; principalmente a imagem de Nossa Senhora de Fátima. Depois de ver todas as imagens, voltei a olhá-la. Tive a impressão de que ela sorriu novamente. Seu sorriso me enchia de uma alegria diferente de todas as alegrias que eu já havia sentido na vida.


CAPÍTULO 4

O RISCO DE VIVER E MORRER NO SIMBOLISMO

Dentro da igreja, as horas se passaram sem eu perceber. Às 16h30min começaram a chegar pessoas para a Missa das 17h. Fiquei um pouco envergonhado, porque algumas destas pessoas me conheciam. Moravam perto da minha casa, e sabiam que eu “era” protestante; e eu até já tinha dito a algumas delas que, se pudesse, entraria na igreja e quebraria todas as imagens, para elas deixarem de ser idólatras.

Fui, então, sentar no último banco. Observei que as pessoas, antes de entrarem,  ajoelhavam-se, olhavam o altar, baixavam a cabeça e faziam o sinal da cruz. Esse gesto respeitoso queimava meu coração. Uma voz me disse que essa reverência agrada muito a Deus. Eu, então, saí e entrei novamente, fazendo a reverência, porque eu não tinha feito quando entrei.

Quando fiz a reverência, mesmo sem saber direito fazer o sinal da cruz, comecei a chorar. Não sou de chorar. Durante a vida, chorei pouquíssimo; mas não conseguia segurar o choro, pois sentia sobre mim a bondade de Deus; uma bondade tão grande, como nunca senti, que me fazia chorar. Sentia que Deus, em sua bondade, tirou-me de uma igreja humana, onde, se eu permanecesse, jamais iria comungar o Corpo e o Sangue de Cristo. Iria viver e morrer no simbolismo.


CAPÍTULO 5

REALIDADE X SIMBOLISMO

Um sino toca. Todos se levantam, e eu também. Era o padre subindo no altar. Participei de toda a Missa. Como nunca havia participado de uma Missa antes, procurei imitar o comportamento de reverência dos católicos dentro da igreja: levantar, sentar, ajoelhar-se… 

No momento da consagração, todos estamos ajoelhados. Eu me via e me sentia dentro de um grande silêncio. O tempo estava parado, e eu só via e escutava o padre. Ele dizia:

– Tomai todos e comei. Isto é o meu Corpo…

Nesse momento, tive uma visão: vi milhares de pastores (de épocas diferentes, percebi pelos trajes). Todos estavam querendo subir ao altar. Eles se esforçavam, mas não conseguiam. Tentando abafar a voz do padre, eles gritavam: “Isto não é o Corpo de Cristo. Isto é só aparência. Isto é só simbolismo. Isto é só aparência. Isto é só simbolismo”. 

Em seguida, os milhares de pastores sumiram, e voltei a mim quando o padre ainda dizia: “Tomai todos e comei. ISTO É O MEU CORPO, que será entregue por vós.”

Em mim, firmaram-se as palavras: ISTO É O MEU CORPO. ISTO É O MEU CORPO.

O Padre se ajoelhou atrás do altar, orou, depois disse: “Tomai, todos, e bebei: este é o cálice do meu Sangue, o Sangue…”

Mais uma vez vejo os mesmos pastores. Eles eram milhares tentando subir no altar, mas como antes, não conseguiam e, aos gritos, diziam: “Não tem sangue neste cálice. Isto não é sangue, é só suco de uva. Isto é só aparência de sangue. Isto é só simbolismo. Isto é só suco. Isto é só vinho. Deixem de ser bobos”.

Volto a mim mais uma vez e o padre está dizendo: “Tomai, todos, e bebei. Este é o cálice do meu Sangue, o Sangue da Nova Eterna Aliança, que será derramado por vós e por todos, para a remissão dos pecados. Fazei isto em memória de Mim.”

Em mim, ficaram gravadas as palavras: MEU SANGUE.

Mais uma vez o padre se ajoelha, ora, e depois ergue a Hóstia dizendo: “Eis o mistério da fé”.


CAPÍTULO 6

JESUS DIZIA UMA COISA E EU ENTENDIA OUTRA

As pessoas se organizam em fila para comungar. Eu pensei em ir, eu queria ir, eu queria comungar o Corpo e o Sangue de Cristo. Comungaria não mais o simbolismo, e sim a realidade. Levantei para ir comungar, mas uma das senhoras que me conhecia,  aproximou-se, cheia de paciência e alegria, disse que eu teria de me preparar para comungar.  Pegou-me pelo braço e me pediu para sentar.

Observando as pessoas irem comungar, eu pensava: Meu Deus! Estas pessoas estão indo se alimentar de vosso Corpo e de vosso Sangue. Quantas vezes eu li na Bíblia Jesus dizendo que seu Corpo era verdadeira comida e que seu Sangue era verdadeira bebida, e eu, ao invés de ver e ler como está escrito, eu via e lia segundo a lavagem cerebral, a doutrinação anti-verdade que tinha recebido desde criança: eu via e lia o que não estava escrito, negando a verdade. Eu lia: “isto é meu Corpo”; mas pensava: “isso é só aparência”. Eu lia: “Isto é meu Sangue”; mas pensava: “isto é só simbolismo”.

Eu fiquei me sentindo um tolo; deixei que me manipulassem emocionalmente, mentalmente e espiritualmente. As Palavras de Jesus são claras. Jesus dizia a mim: “isto é meu Corpo”. Mas eu escutava: “isto é só simbolismo”. Jesus me dizia: “Isto é meu Sangue”. E eu, porém, escutava: “isto é só aparência”.


CAPÍTULO 7

SENDO DESONESTO COM A VERDADE

Eu estava sendo desonesto com a verdade. Eu julgava e condenava a Igreja Católica por ela dizer que a Eucaristia não era simbolismo. Quem julga, precisa conhecer o que julga. Eu era um juiz injusto; eu julgava sem conhecer.  Que cegueira, meu Deus! Que cegueira! Piedade, Senhor! Tende piedade de mim.

A MISSA NÃO ERA UM CULTO EMOCIONAL

Eu fiquei muito admirado. A Missa não era um culto emocional, não havia comoção meramente humana, nem gritos, nem palmas; não tinha dancinha. Era um culto reverencial, consciente, intelectual e espiritual. Dentro da igreja reinava o amor e temor de Deus.

O padre não impostava a voz para pregar, não queria chamar a atenção para si mesmo. Ele olhava para a frente, para as pessoas, mas parecia não ver ninguém; concentrado, que estava, celebrando a Missa. A pregação dele foi muito simples, uns 20 minutos, mas muito ungida.

Para mim, mais importantes do que a pregação do padre, neste dia, foram as duas primeiras leituras bíblicas e a leitura do Evangelho de João, em que Jesus falava sobre Ele se dar em alimento. Esse assunto você, Pedro, falou aqui. Eu pensei: será que o Pedro ligou para o padre e pediu para ele fazer essa leitura? Mas você nem sabia que eu iria à Missa, nem eu sabia.

A Missa terminou e todos saíram. Alguns minutos depois começaram a fechar a igreja, mas eu não queria sair de dentro dela. Tive de sair, mas desde então sinto que Nossa Senhora de Fátima me acompanha, porque todas as noites sonho aprendendo o catecismo católico com a imagem que está na igreja, mas no sonho, a imagem é viva. Desde o primeiro sonho, sinto meu entendimento liberto e se desprendendo de coisas que não sei distinguir o que são; só sei que são coisas ruins.


CAPÍTULO 8

SERVOS DE DEUS E SERVOS DO DIABO NA IGREJA

No dia seguinte, ao ir trabalhar, passei em frente à Igreja. Entrei e rezei um pouco, e disse a Jesus que voltaria depois do trabalho. Cheguei na igreja na hora que estava começando a Missa das 18h30min. Ao entrar, a mesma emoção se apoderou de mim. Fui para o braço direito, ao lado do Altar, passando pelas imagens, e todas pareciam sorrir para mim. Sentei lá atrás.

O padre celebrante da Missa era diferente do outro. Ele estava falando sobre coisas humanas que não diziam respeito à celebração da Missa. Suas palavras eram vazias, mortas. Cantou uma música mundana africana, pedindo para as pessoas cantarem, erguerem os braços, dançarem… alguns não fizeram, mas outros pareciam hipnotizados, faziam o que ele pedia. Chamou ao altar umas senhoras com roupa e turbante indiano branco na cabeça. Elas cantavam e dançavam no altar, e o padre com elas, pedindo para todos cantarem e dançarem.

Tive uma visão de muitos demônios ao lado do padre e das senhoras. Após a dança, o padre pregou sem comentar a leitura do Evangelho que fez. Ele falava sobre os pobres oprimidos, os ricos opressores, as elites; dignidade humana e paz; novo milênio sem exclusões e solidariedade, dentre outros assuntos que não tinham relação com as leituras bíblicas feitas naquele dia. Percebia-se claramente que o padre era socialista comunista e adepto de seita. Percebi que ele usava o anel preto de tucum.

No quarto dia, fui a outra Missa naquela mesma igreja. O Padre era outro. Sua pregação também foi um discurso que seria aplaudido por Stalin, Mao Tse Tung, Hugo Chávez, Fidel Castro ou Hitler. Mas nada tirava a minha paz. Muito me falaram contra a Igreja Católica, mas ver aqueles dois padres comunistas agindo dentro da Igreja Católica para perder as almas não me inquietou, pelo contrário, era uma prova de que realmente a Igreja Católica é a Igreja verdadeira. Se não fosse, ela não existiria mais; pois compreendi, estando lá dentro, que Satanás a persegue por dentro e por fora.

Eu mesmo fui, a vida toda, um inimigo e caluniador da Igreja Católica. Orei por aqueles padres. Se Deus teve piedade de mim, também terá deles. Estou orando todos os dias pelos membros dessa paróquia, porque só Deus pode proteger suas almas do perigo que elas correm tendo maus pastores como orientadores.


CAPÍTULO 9

SÓBRIO PELA VERDADE

Pedro pergunta a Flávio:

– Você pode explicar o motivo de estar vendo coisas negativas por parte de alguns de nossos padres, e isso não lhe desmotivar nem um pouco? Não lhe dá vontade de voltar a ser protestante? Não teve nem uma pequena dúvida sobre a Igreja Católica ser a única verdadeira?

– Posso! Lembrei das palavras de Jesus, dizendo que os seus iriam ser perseguidos. Na hora que tudo estava acontecendo dentro da igreja, e ainda sendo feito por padres, eu entendi que esse é um dos mais perigosos tipos de perseguição contra a fé. Graças a Deus, não sou muito inexperiente na vida.

Não vim ser católico por causa de emoções. O emocionalismo me prendeu no erro a vida toda, não quero mais essa vida de sentimentalismo humano. Vim entender, pela Palavra de Deus, que a Igreja Católica é a verdadeira. Minha inteligência, meu raciocínio e meu coração confirmam isso. Sendo assim, o que vejo de escandaloso não altera minha decisão, pois não foi a inconsciência que me fez decidir ser um católico, foi a consciência.  

Não foi o desconhecimento da Bíblia, mas o conhecimento dela, que você me deu com poucos versículos bíblicos, que me fez decidir sair de uma igreja fundada por homem e entrar na Igreja fundada por Jesus, que é Deus.  A razão, que me permitiu pensar e me fez decidir pela verdade, possibilita-me observar e avaliar o bem e o mal, dentro e fora da Igreja. O mal não pode abalar minha recente fé, porque estou sóbrio com a verdade.


CAPÍTULO 10

A IGREJA QUE NASCEU DO HOMEM

Quando Flávio silencia, o pastor Calvino fala:

– Irmão Pedro! Você vê a igreja protestante como coisa do demônio?

– Não, pastor Calvino. Vejo que ela nasceu de um homem, e não de Deus. Reconheço que Deus, em sua grande misericórdia, sabia que, de Martinho Lutero para cá, iriam nascer milhões de pessoas protestantes; e que, apesar de seguirem o erro de Lutero, seriam igrejas que anunciariam Jesus Cristo como Salvador. Deus, então, em Seu amor, se faz presente no meio daquelas igrejas protestantes que são sérias.

A deficiência que vejo no protestantismo é seus adeptos não estarem na Igreja que Jesus fundou, e assim estão perdendo a oportunidade de participarem dos Sacramentos, principalmente por não se alimentarem do Corpo e Sangue de Jesus.

Nossa Igreja Católica reconhece em muitas igrejas protestantes a ação do Espírito Santo. A grande maioria das igrejas protestantes não reconhecem que o Batismo da Igreja Católica seja válido, mas a Igreja Católica reconhece como válido o Batismo de algumas igrejas protestantes, porém de outras não. Citarei as que a Igreja reconhece (não citarei as que não são reconhecidas).

As reconhecidas são:

a) Igrejas Orientais (“Ortodoxas”, que não estão em comunhão plena com a Igreja católico-romana; das quais, pelo menos seis se encontram presentes no Brasil);

b) Igreja vétero-católica;

c) Igreja Episcopal do Brasil (“Anglicanos”);

d) Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB);

e) Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB);

f) Igreja Metodista.

Existem outras igrejas que não veem a importância do Batismo, nem a necessidade de batizar logo (quando criança) quem precisa ser batizado. Quando batizam, porém, seguem o rito batismal correto. Nesse caso, a Igreja Católica reconhece o Batismo feito por elas como válido. São elas:

a) Igrejas presbiterianas;

b) Igrejas batistas;

c) Igrejas congregacionalistas;

d) Igrejas adventistas;

e) a maioria das Igrejas pentecostais (Assembleia de Deus, Congregação Cristã do Brasil, Igreja do Evangelho Quadrangular, Igreja Deus é Amor, Igreja Pentecostal “O Brasil para Cristo”);

f) Exército da Salvação (este grupo não costuma batizar, mas quando o faz, realiza-o de modo válido quanto ao rito).


CAPÍTULO 11

LUTERO PERDEU A VERDADE PORQUE A ABANDONOU

– Irmão Pedro, o que você pensa sobre nosso pai, Martinho Lutero?

– Penso que Lutero poderia ter se comportado como os santos. São Francisco, vendo os erros, não da Igreja, mas dos homens na Igreja; entregou-se a Deus para carregar a cruz atrás de Jesus, suportando tudo o que suportou para a glória de Deus, a salvação das almas, a libertação das almas do Purgatório, sua santificação pessoal e o bem da Igreja.

Infelizmente, Lutero quis fazer o bem do seu jeito; quis ser santo do seu jeito; quis consertar o que considerava errado do seu jeito; e assim se perdeu em si mesmo. São Francisco quis fazer o bem do jeito de Deus; quis ser santo do jeito de Deus; quis consertar o que considerava errado do jeito de Deus; e assim se encontrou em Deus.

São Francisco quis fazer somente a vontade de Deus, e em Deus ele conseguiu salvar milhões de almas e erguer a Igreja. São Francisco, com humildade, lutou contra seu temperamento e venceu. Lutero, com orgulho, e o que considerava esperteza,  deixou-se derrotar por seu próprio temperamento.

Com um temperamento difícil, a impaciência e a raiva repentina fazem perder coisas que talvez possam ser recuperadas; mas a malícia, a perversidade e a vaidade fazem abandonar a vontade de Deus, e assim perder o que jamais será recuperado.

Lutero perdeu a verdade, porque a abandonou.

Lutero perdeu a verdade, porque apostatou da verdadeira fé.

Lutero perdeu a verdade, quando renunciou a ser um bom e santo padre.

Lutero perdeu a verdade, pois não se arrependeu de não mais usar a batina, a farda de guerra de todo padre.


CAPÍTULO 12

REFORMA OU REVOLUÇÃO?

– Você está enganado, irmão Pedro. Lutero foi um homem muito santo. Sem ele, a reforma da igreja não existiria.

– Pastor Calvino! Existe uma diferença entre reforma e revolução. Reformar é restaurar partes de alguma coisa, sem querer destruir essa coisa. Revolução é uma tentativa de destruir a coisa toda. A revolução de Martinho Lutero negava e nega até hoje que o Corpo e o Sangue de Cristo são reais na Eucaristia. Tentar invalidar o Sacramento da Eucaristia, tentar destruir a Missa, é um ato de terror revolucionário espiritual.

Lutero tentou apagar da história a tradição oral, porque assim ele faria com que fosse esquecida a história da fundação da Igreja. Por isso, ele foi um revolucionário nos moldes dos revolucionários socialistas comunistas, e não um reformador, como o foram São João da Cruz, o escritor e filósofo Erasmo de Roterdã, Santa Teresa d’Ávila e São Vicente de Paulo.


CAPÍTULO 13

A POLÊMICA DA IGREJA INVISÍVEL

– Irmão Pedro! – continua pastor Calvino – Meu pastor, Melâncton, falou-me que você disse que Jesus fundou uma Igreja; que mostrou na Bíblia em Mt 16, 18 essa fundação. Irmão Pedro e irmãos presentes! Jesus fundou uma igreja, mas não uma igreja visível. Jesus não fundou uma associação religiosa, formada de Papa, bispos e padres. Jesus fundou uma igreja invisível no Céu. Na Bíblia, o Apóstolo João viu essa igreja descer do céu no fim do mundo. Disse o Apóstolo: “Eu vi descer do céu, de junto de Deus, a Cidade Santa, a nova Jerusalém, como uma esposa ornada para o esposo”. (Ap 21, 2) Então, como vemos na Bíblia, a Igreja que Jesus fundou não está na terra, está no Céu.

– Pastor Calvino! Essa passagem bíblica não se refere à Igreja, refere-se à Nova Jerusalém, Jerusalém Celestial, a Cidade Santa, o Tabernáculo de Deus, a Cidade de Deus que, existindo no Céu, descerá de junto de Deus no dia da restauração de todas as coisas.

Jesus veio e fundou sua Igreja de modo visível, pois fundou-a no mundo material, físico, visível, palpável. Fundou-a para as necessidades físicas, psicológicas e espirituais dos homens de carne e sangue. Se ela fosse invisível, como os homens se dirigiriam a ela?

– Irmão Pedro, a Bíblia diz: “Deus é espírito, e os seus adoradores devem adorá-lo em espírito e verdade” (Jo 4,24). Deus é Espírito invisível, e assim sua Igreja é invisível; os adoradores o adoram em espírito e verdade.

– Pastor Calvino! Paulo, dando orientações a Timóteo no governo da igreja local, disse:

“Se algum fiel tem viúvas em casa, procure dar-lhes assistência, de tal maneira que elas não sejam um peso para a Igreja, a fim de que esta possa socorrer as que verdadeiramente são viúvas”.

1Tm 5,16

Se a Igreja fosse invisível como ela poderia socorrer as viúvas? Se Jesus tivesse fundado uma Igreja invisível, ela estaria cheia de Anjos e Santos do Céu, não de homens de carne. A Bíblia diz que o Espírito Santo fez a Igreja crescer em NÚMERO DE HOMENS. 

Leiamos At 9, 31:

“A Igreja gozava então de paz por toda a Judéia, Galiléia e Samaria. Estabelecia-se ela caminhando no temor do Senhor, e a assistência do Espírito Santo a fazia crescer em número”.

At 9, 31

CAPÍTULO 14

A IGREJA É VISÍVEL

Russel, por favor, leia Mateus, capítulo 18, versículos 15 a 18. Vamos ver como o próprio Jesus orienta como os membros da Igreja devem se comportar.

–  Ok. Deixe-me pegar a passagem…  Aqui está! Já posso ler, Pedro?

– Sim, por favor.

“Se teu irmão tiver pecado contra ti, vai e repreende-o entre ti e ele somente; se te ouvir, terás ganho teu irmão.
Se não te escutar, toma contigo uma ou duas pessoas, a fim de que toda a questão se resolva pela decisão de duas ou três testemunhas.
Se recusa ouvi-los, dize-o à Igreja. E se recusar ouvir também a Igreja, seja ele para ti como um pagão e um publicano.
Em verdade vos digo: tudo o que ligardes sobre a terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes sobre a terra será também desligado no céu.” (Mt 18, 15-18)

– Russel! Em situação difícil entre duas pessoas, Jesus orienta que elas devem fazer o quê?

– Devem procurar a Igreja.

– Procurar o quê?

– A Igreja.

– Nesse caso, está claro que a Igreja fundada por Jesus é visível?

– Sim! Senão não poderia ser encontrada pelos homens que precisam dela.

– O que você entende do versículo 18, quando Jesus diz aos Apóstolos: “Em verdade vos digo: tudo o que ligardes sobre a terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes sobre a terra será também desligado no céu.”?

– Entendo que Jesus deu aos Apóstolos, a quem Ele constituiu como autoridade na Igreja, o poder de que tudo o que a Igreja ligar na terra será ligado no Céu; e tudo o que a Igreja desligar na terra, onde ela está de modo visível, será desligado no Céu.

– Tudo o que a Igreja ligar e desligar onde, Russel?

– Na terra.

– A Igreja está visível ou invisível na terra?

– A igreja está visível na terra.


CAPÍTULO 15

O PODER E OS DONS DADOS POR JESUS MORRERAM COM OS APÓSTOLOS?

– Irmão Pedro! Esse poder que Jesus deu aos Apóstolos, assim como o poder de perdoar pecados, morreu com os Apóstolos.

– Esse poder não morreu com os Apóstolos. Jesus disse a eles:

“Em verdade, em verdade vos digo: aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas, porque vou para junto do Pai”.

(Jo 14,12)

– Irmão! Jesus está falando somente para os Apóstolos. – interrompe pastor Calvino.

– Pastor Calvino, quando Jesus diz “aquele que crê em Mim fará também as obras que eu faço”, Ele está se referindo a todas as pessoas de todos os tempos que crerem Nele.

– Irmão Pedro, o irmão precisa entender mais a Bíblia. Jesus está se referindo somente aos Apóstolos.

– Para esse assunto ficar sem dúvidas, Pastor Calvino, nós vemos na Bíblia que Jesus fez uma oração ao Pai. Por favor, abra sua Bíblia em Jo 17,20, para vermos essa oração. O senhor pode ler para nós?

Há um momento de silêncio. O pastor Calvino está olhando sua Bíblia. O silêncio continua. E Pedro pergunta outra vez:

– Pastor Calvino, o senhor pode ler para nós?

– Estou pensando. Pode ler você mesmo, irmão.

– Russel! Leia para nós, por favor.

“Não rogo somente por eles, mas também por aqueles que, por sua palavra, hão de crer em mim”. (Jo 17,20)

– O que você entendeu, Russel?

– Entendi que o poder e os dons dados aos Apóstolos não morreram com os Apóstolos, mas continuam por meio de seus sucessores.

– Russel! Deus fundou a Igreja neste mundo, chamou-a a Si e a encheu de dons irrevogáveis. Pastores! A Bíblia diz:

“Os dons e o chamado de Deus são irrevogáveis”.

(Rm 11,29)

CAPÍTULO 16

SENTEM-SE OBRIGADOS A NEGAR QUE JESUS FUNDOU SUA IGREJA

– Pastor Calvino! Vamos voltar a falar sobre a Igreja que Jesus fundou, a qual o senhor disse não ser visível na terra. Pergunto: Como a Igreja que Jesus fundou poderia ser invisível, se a Bíblia diz que “Saulo, porém, devastava a Igreja. Entrando pelas casas, arrancava delas homens e mulheres e os entregava à prisão” (At 8,3)? Se a Igreja fosse invisível, Saulo não faria o que fez contra os homens e mulheres membros da Igreja.

O senhor disse que Jesus não fundou uma Igreja de Papa, bispos e padres. Pastor Calvino, o Apóstolo Paulo, próximo de seu martírio, disse aos Anciãos da Igreja:

“Cuidai de vós mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastorear a Igreja de Deus, que ele adquiriu com o seu próprio sangue”

(At 20, 28)

O que vemos nesse versículo, pastor? Vemos São Paulo aconselhar aos bispos na condução da Igreja, o líder deles era São Pedro, o primeiro Papa, os Apóstolos eram os pais, os padres, muitos eram os discípulos se preparando para serem padres.

Os dois pastores se olham e olham para Susannah, que abaixa a cabeça. Eles procuram argumentos. Não conseguindo falar, Pedro continua:

DOUTRINAÇÃO ANTICATÓLICA

– Não há como contradizer essa verdade que estou dizendo, a não ser por pura teimosia, orgulho, ignorância ou possessão diabólica. Os senhores têm dificuldade de entender o que está claro na Bíblia que dizem crer, porque não querem renunciar a doutrinação anticatólica que receberam como uma lavagem cerebral nos cursos e pregações contra a Igreja Católica.

Os senhores não querem reconhecer que Jesus fundou uma igreja, porque se reconhecerem, terão de negar e renunciar ao protestantismo, terão de se converter ao catolicismo, pois o protestantismo surgiu 1500 anos depois de Jesus ter fundado a Igreja.


CAPÍTULO 17

OS HOMENS SANTOS DA IGREJA PRIMITIVA

Senhores! Leiam em oração a Patrística. São os escritos dos Pais da Igreja, os homens santos da Igreja Primitiva, que viveram entre os séculos II e VII. Acredito que os senhores saibam que as igrejas Luteranas, Presbiteriana, Anglicana e Batista reconheceram a importância da leitura dos Pais da Igreja Católica. Infelizmente esse reconhecimento não fez nem faz com que essas igrejas motivem a leitura dos Pais da Igreja. Por quê? Porque se motivarem, quem ler vai conhecer a verdadeira história da Igreja que Jesus fundou. E se conhecerem a verdadeira história, largam o protestantismo e voltam para a sua casa, a Igreja Católica.

A HISTÓRIA QUE DÁ SEQUÊNCIA AO NOVO TESTAMENTO

Por que é útil a quem leu a Bíblia também ler os livros dos Pais da Igreja? Porque assim como o Livro dos Atos dos apóstolos é a continuação dos quatro Evangelhos, assim podemos dizer que os escritos dos Pais da Igreja são uma continuação do Novo Testamento.

A Bíblia é tudo que precisamos? Sim. Mas precisamos também conhecer o que se passou na história, e que não está escrito na Bíblia. A Bíblia é a Palavra de Deus, dela não se pode tirar nada ou acrescentar nada ao que está escrito, mas a história da Igreja Católica neste mundo continua, não se encerrou com o Livro do Apocalipse; não se encerrou com a Bíblia. A Bíblia existe e existirá para servir de luz divina; que discerne e afirma na história a verdade; o que vem e o que não vem de Deus.

É muito importante conhecer a história da Igreja iniciando a leitura com o Antigo e o Novo Testamento, e o papado de Pedro com seus sucessores. 

Jesus disse:

“Muitas coisas ainda tenho a dizer-vos, mas não as podeis suportar agora. Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ENSINAR-VOS-Á TODA A VERDADE, porque não falará por si mesmo, mas dirá o que ouvir, e anunciar-vos-á as coisas que virão”.

(Jo 16, 12-13)

Aproximei-me para ouvir o que cantavam. Ao chegar perto deles, meus joelhos se dobraram. Uma força muito grande empurrou meus ombros para baixo. Meus joelhos bateram no chão com muita força. Apesar da pancada e do barulho, estes católicos só olhavam para o altar. Percebi que não sentia dor.

Em Pentecostes, o Paráclito, o ESPÍRITO DA VERDADE, VEIO PARA ENSINAR À IGREJA TODA A VERDADE, mas não veio para falar tudo de uma vez só, veio para ensinar ordinariamente todos os dias e para ensinar extraordinariamente sempre que fosse necessário decidir sobre questões de fé, costumes, doutrina, disciplina eclesiástica, segundo as exigências dos tempos e necessidades de cada geração na terra.

Gostaria de falar mais pra vocês sobre isso, mas já está tarde. Poderíamos marcar amanhã para continuarmos nossa conversa? Pastor Calvino, o senhor será muito bem-vindo se puder vir amanhã novamente.

Todos confirmam que podem estar presentes na casa de Russel e Natália no dia seguinte.

– Fica marcado amanhã, então, a partir das 19h30min. Assim como começamos, rezemos um Pai Nosso, uma Ave Maria, e uma oração a São Miguel Arcanjo.

Após a oração, cada um vai para sua casa, na santa paz de Deus.


Deus, que é bom, misericordioso e poderoso, abençoe-nos a todos.
J.V.

13 comentários

  1. O melhor está sendo a verdadeira aula de catecismo, história da igreja e vida dos santos. Digno de serem estudadas aprendidas e passadas a diante para todos que precisam dessas informações para se libertarem da mentira revolucionária protestante.

  2. Louvado seja Deus.foi muito boa a reflexão de hj. Foi maravilhoso fazer a leitura em família e meditar.
    Deus seja amado por cada um de nós nossa vocaçao é uma bênção. Deus é bom.

    1. Grato a Deus pela a minha VOCAÇÃO, que sempre tem nos formados para que sejamos verdadeiros CATÓLICOS!
      LOUVADO SEJA DEUS E NOSSA MÃE MARIA SANTÍSSIMA!

  3. Ah! Agente sente uma vontade que os protestantes estude bem a verdadeira história para abandonar o protestantismo e passar a amar e fazer a vontade de Deus. Bendito seja Deus.

  4. Como é bom ler esses textos, que aqui são postados a cada semana! Somos formados com este sólido alimento espiritual, que nos inspira a amar verdadeiramente a Deus e Sua Igreja! Obrigada, Senhor por nos fazer católicos. Obrigada, pela Vocação de Jesus, dentro da qual o Senhor nos forma. Obrigada, Mãe Santíssima por interceder por nós seus filhos. “Bendito seja Deus, nos seus anjos e nos seus santos”. Amém!

  5. Agradeço a Deus por esta formação tão rica em detalhes da história da nossa Igreja Católica Apostólica Romana. Peço perdão a Deus por ainda conhecer tão pouco da nossa rica Igreja. Obg VJ por me formar e me mostrar a verdade de Jesus Cristo e saber que faço parte dela e que nenhum protestante vai me convencer do contrário. Que Nossa Mãezinha rogue a Deus por nós seus filhos. Amém

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