Quando nos deparamos com a Paixão de Nosso Senhor, nós não conseguimos compreender ou alcançar com nossa inteligência e raciocínio toda a dimensão da magnanimidade de sua oferta total. Ele, não perdendo a Sua vida, mas sim, doando-se por nós, rompeu as cadeias que nos prendiam a uma eternidade sem Sua Divina Presença.

Sim, a cruz, loucura desse mundo, torna-se salvação para os que creem, e nos une definitivamente ao nosso maior amor, em seu reino de eterna felicidade, que não terá fim. São Pedro de Alcântara, em seu Tratado de Oração e Meditação, nos auxilia na reflexão da Sagrada Via Dolorosa:

“São seis as coisas que se devem meditar na Paixão de Cristo:

1 – A grandeza das Suas dores, para nos compadecermos delas
2 – A gravidade do nosso pecado, que é a sua causa, para o detestarmos.
3- A grandeza do benefício, para o agradecer. 
4 – A excelência da Divina bondade e caridade, que se descobre nela, para a amar. 
5 – A conveniência do mistério, para se maravilhar dele. 
6 – E a multidão das virtudes de Cristo, que resplandecem nela, para as imitar.

Esta é a mais alta e mais proveitosa maneira que existe de meditar a Paixão de Cristo, que é por via de imitação, para que, pela imitação, venhamos à transformação, e assim já possamos dizer como o apóstolo: “Vivo eu, já não eu, mas vive em mim Cristo.” (Gl 2, 20).⁣


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Rezemos a Ladainha da Paixão de Cristo, escrita por Santo Afonso Maria de Ligório:

ORAÇÃO – Ladainha da Paixão de Cristo

Dulcíssimo Jesus, no Horto das Oliveiras, triste até a morte, profundamente angustiado, oprimido de agonia, coberto de suor de Sangue, 
Tende piedade de nós, Senhor, tende piedade de nós.

Dulcíssimo Jesus, pelo ósculo traidor entregue às mãos dos Vossos inimigos, maltratado, atado e preso com cordas, abandonado pelos discípulos, 
Tende piedade de nós, Senhor, tende piedade de nós.

Dulcíssimo Jesus, pelo injusto Conselho dos judeus julgado réu de morte, entregue a Pilatos, desprezado e escarnecido pelo ímpio Herodes, 
Tende piedade de nós, Senhor, tende piedade de nós.

Dulcíssimo Jesus, despido, preso a uma coluna e acoitado cruelmente,
Tende piedade de nós, Senhor, tende piedade de nós.

Dulcíssimo Jesus, coroado de penetrantes espinhos, ferido na Sagrada Cabeça com uma cana, vestido, por escárnio, de um manto de púrpura, saciado de opróbrios,
Tende piedade de nós, Senhor, tende piedade de nós.

Dulcíssimo Jesus, mais odiado que um ladrão e assassino, reprovado pelos judeus, condenado à morte da Cruz,
Tende piedade de nós, Senhor, tende piedade de nós.

Dulcíssimo Jesus, carregado com a pesada Cruz, caído em terra, levado ao Calvário como o Cordeiro ao matadouro,
Tende piedade de nós, Senhor, tende piedade de nós.

Dulcíssimo Jesus, Homem das dores, despojado de Vossas pobres vestiduras, contado entre os criminosos, imolado em sacrifício pelos nossos pecados,
Tende piedade de nós, Senhor, tende piedade de nós.

Dulcíssimo Jesus, cravado cruelmente na Cruz, ferido dolorosamente por causa das nossas iniquidades, quebrantado por causa das nossas culpas,
Tende piedade de nós, Senhor, tende piedade de nós.

Dulcíssimo Jesus, escarnecido ainda na Cruz, atormentado e oprimido de dores indizíveis, consumido de sede, abandonado na mais dolorosa agonia pelo próprio Pai Celestial,
Tende piedade de nós, Senhor, tende piedade de nós.

Dulcíssimo Jesus, morto na Cruz, traspassado por uma lança à vista de Vossa dolorosa Mãe,
Tende piedade de nós, Senhor, tende piedade de nós.

Dulcíssimo Jesus, descido da Cruz, depositado nos braços de Vossa Santíssima Mãe e banhado em Suas lágrimas,
Tende piedade de nós, Senhor, tende piedade de nós.

Dulcíssimo Jesus, ungido e embalsamado pelos discípulos amantes com preciosos aromas, envolvido em lençóis limpos e depositado no santo sepulcro,
Tende piedade de nós, Senhor, tende piedade de nós.

V: Ele verdadeiramente tomou sobre Si as nossas iniquidades.
R: E as nossas dores Ele as suportou.

Oração:

Ó Jesus, Filho Unigênito de Deus e da Virgem Imaculada, que pela salvação do mundo quisestes ser reprovado pelos judeus, atado com cordas, conduzido ao matadouro como um cordeiro, apresentado injustamente aos juízes Anás, Caifás, Pilatos e Herodes, acusado por falsas testemunhas, ferido com pancadas, saciado de opróbrios e injúrias, cuspido no Rosto, açoitado barbaramente, coroado de espinhos, condenado à morte, despojado das vestes, pregado com toda a crueldade na Cruz, suspenso entre dois ladrões, vexado com fel e vinagre, abandonado em tormentosa agonia e, finalmente, traspassado por uma lança: por estes tormentos, Senhor, dos quais nós, indignos filhos Vossos, agora com devoção, gratidão e amor nos lembramos, e pela Vossa Santíssima Morte na Cruz, livrai-nos das penas do inferno, e dignai-Vos conduzir-nos ao Paraíso, aonde levastes convosco o Bom Ladrão. Tende piedade de nós, ó Jesus, que com o Pai e o Espírito Santo viveis e reinais, por todos os séculos dos séculos. Amém.

VÍDEO: LADAINHA DA PAIXÃO DE CRISTO


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