VOCAÇÃO DE JESUS!
Deus seja amado com todas as forças de nosso coração e de nossa alma.

16/08/2021

Antes de iniciar a leitura dessa meditação, aconselho você a se preparar interiormente através desse método de RECOLHIMENTO DIANTE DE DEUS.
https://vocacaodejesus.com/meditacao/recolhimento-diante-de-deus/

São Paulo, escrevendo aos efésios, inspirado pelo Espírito Santo, fez a eles uma sábia e necessária exortação, que ficaria como palavra de Deus para todas as pessoas do mundo: 

“Exorto-vos, pois, – prisioneiro que sou pela causa do Senhor -, que leveis uma vida digna da vocação à qual fostes chamados.”

(Ef 4, 1)

Sentindo-se amado por Jesus, que o tornou prisioneiro pela causa de Deus, São Paulo exorta os cristãos de todos os tempos. Ele vê na privação de sua liberdade (pois estava prisioneiro dos romanos) um grande poder de Deus, e assim fundamenta sua exortação em ser “prisioneiro pela causa do Senhor”, pedindo que todo seguidor de Jesus Cristo leve a vida com a dignidade da vocação à qual foi chamado.

Os cristãos precisam ser dignos; mas ao dizer: “leveis uma vida digna da vocação à qual fostes chamados”, São Paulo fala também da DIGNIDADE DA VOCAÇÃO, ou seja: a santidade, o valor, o poder, a importância da vocação à qual o cristão é chamado. São Paulo vê na dignidade do chamado vocacional uma grande graça de Deus, que faz do vocacionado que leva uma vida digna do chamado feito por Deus, um cristão apto para receber todos os bens que Deus quer lhe dar, como também todos os bens que o vocacionado quer receber.

Jesus se humilhou aqui na terra para nos salvar; Deus se humilhou para o homem. Muitos podem não entender a necessidade da grandeza da humildade de Jesus para salvar o homem. Não entendendo, fica difícil compreender que Jesus continua a se humilhar do alto dos Céus e de sua onipresença, tornando-se, porque quer, UM DEVEDOR DE QUEM É FIEL À DIGNIDADE DA SUA VOCAÇÃO. Por amor, em sua humildade Divina, Jesus considera que todo cristão que assim vive tem direito a muitas e diferentes compensações do seu Sagrado Coração, como do Sagrado Coração de Maria Santíssima, Sua Mãe.


PEDIDOS SEGUNDO OS DESEJOS DO CORAÇÃO

No Coração de Deus, estão todos os bens que Ele já nos deu; que nos dá na vida presente; e os que quer nos dar a cada instante de nosso futuro. Diante de Deus estão os desejos, pedidos e orações que fazemos a Ele. Ao nos criar, nosso Criador nos deu liberdade; isso quer dizer que cada um de nós pode ser livre para fazer seus pedidos, segundo os desejos do próprio coração; claro que sempre querendo, sobretudo, a vontade de Deus.

Nosso Deus sente prazer em que, no amor, fé e confiança Nele, dirijamo-nos a Ele falando de nós; de nosso amor a Ele; de nossos desejos e vontades espirituais e humanos. Deus gosta de nos ver e ouvir fazendo nossos louvores e pedidos, segundo o que queremos, por três motivos: 

PRIMEIRO – a apresentação do que queremos é uso de nossa liberdade;
SEGUNDO – o que queremos revela o quanto estamos unidos ou distantes da vontade Dele;
TERCEIRO – Deus sente prazer em nos dar o que quer nos dar, e em nos dar o que Lhe pedimos.

Creiamos! Deus nosso Pai nos ama ao extremo; não consegue deixar de nos amar. Ele quer nos dar tudo o que reservou para nos dar; e quer nos dar tudo o que é de nosso interesse receber Dele. Oremos a Ele e peçamos! Ele nos atenderá. Deus nos dará tudo o que Lhe pedirmos; para isso, basta uma condição: “Põe tuas delícias no Senhor, e os desejos do teu coração ele atenderá”. (Sl 36,4)


A VONTADE DE DEUS NO MISTÉRIO DA DIGNIDADE DA VOCAÇÃO É UM DESEJO DIVINO

Um dos desejos de Deus é que cada cristão leve uma vida digna da vocação à qual Ele, Deus, o chamou. O modo de viver em dignidade a vocação, é um procedimento que alegra o coração de Deus, pois leva o vocacionado a se unir mais e mais a Deus, pelos atos de humildade no compromisso vocacional; atos, estes, que tem de praticar para conseguir entrar e permanecer no mistério da dignidade da vocação, que se desenvolve diante dos olhares Divinos. Tal mistério vocacional é visto, pesado e medido por Deus em cada um dos dignitários que foram chamados por Ele para viverem em dignidade a dignidade da vocação.

O corpo vocacional é formado por pecadores que renunciaram a si mesmos, a satanás e ao pecado; mas que ainda estão em luta contra esses três inimigos. Sentir as tentações, perturbar-se diante de algumas delas, faz parte da luta contra as tentações. Essas lutas contra as tentações que querem seduzir os vocacionados, não os impedem de exercer a dignidade na missão que Deus lhes deu. 

“Vem do Senhor a salvação dos justos, que é seu refúgio no tempo da provocação”

(Sl 36, 39)

Os vocacionados, por amor e gratidão a Deus, por terem sido escolhidos dentre muitos que foram chamados, sentem naturalmente os compromissos que devem viver vocacionalmente. Porém, sabendo de suas limitações, conversam com seus irmãos, com seus coordenadores e, sobretudo, conversam com Deus, perguntando como podem ser mais e melhor comprometidos no exercício do chamado vocacional.

Eles se esforçam com humildade, inteligência, pensamento, intenção, planejamento e ação, para, como puderem, estar em unidade vocacional, não perder essa unidade; pois entendem que Deus quer que seus escolhidos vivam a unidade vocacional como demonstração concreta de amor a Ele, aos vocacionados e à vocação. O legítimo sucessor de Jesus na terra, o primeiro Papa, escreveu:  “Portanto, irmãos, cuidai cada vez mais em assegurar a vossa vocação e eleição. Procedendo deste modo, não tropeçareis jamais”. (2Pd 1,10)

MEDITEMOS NAS PALAVRAS DE SÃO PEDRO:

São Pedro – Cuidai cada vez mais.
Nós – Cuidar cada vez mais do quê?

São Pedro – Em assegurar.
Nós – Assegurar o quê?

São Pedro – A vossa vocação e eleição.
Nós – Para quê? Por quê?

São Pedro – Porque, procedendo deste modo, não tropeçareis jamais

Segundo São Pedro, amar a Deus e fazer Sua vontade é assegurar a nossa vocação, o nosso chamado, a nossa eleição e vice-versa. Quer dizer, assegurar a nossa vocação, o nosso chamado, a nossa eleição, vivendo o compromisso vocacional com dignidade pessoal, em respeito à dignidade da vocação, é amar a Deus, é fazer Sua vontade, é valorizar a vida eterna, é já começar a viver na terra a vida eterna, é conscientemente trocar a vida mortal, a vida não eterna, a vida passageira na terra, a vida provisória na carne, pela vida interminável no Céu, pela vida eterna com Deus.


MUITOS COMO UM SÓ

Vendo a Europa perdendo a fé, a Igreja Católica realizou um Congresso sobre vocações na Europa, em 1997, convidando os católicos “a testemunhar, na vida matrimonial e profissional, na cultura e na política, na arte e no esporte, nas relações humanas e de trabalho, a verdade do Evangelho que salva, cada qual segundo o dom e a missão que recebeu”.

“Bendito seja Deus Onipotente que abençoou a terra da Europa com toda a bênção espiritual, em Cristo e no seu Santo Espírito.

Nós Lhe damos graças porque, desde os inícios da era cristã, chamou este Continente a ser centro de irradiação da boa nova da fé, e a manifestar no mundo a sua universal paternidade.

Damos graças, porque abençoou este solo com o sangue dos mártires e o dom de inumeráveis vocações para o sacerdócio, o diaconato, a vida consagrada nas suas várias formas, da vida monástica aos institutos seculares.

Damos graças porque, ainda hoje, o seu Santo Espírito não cessa de chamar os filhos desta Igreja a se fazerem anunciadores da mensagem de salvação em todas as partes do mundo, e ainda outros a testemunhar, na vida matrimonial e profissional, na cultura e na política, na arte e no esporte, nas relações humanas e de trabalho, a verdade do Evangelho que salva, CADA QUAL SEGUNDO O DOM E A MISSÃO QUE RECEBEU.

Damos-lhe graças, porque Ele é a voz que chama e infunde a coragem da resposta, é o pastor que guia e sustenta a fidelidade de cada dia; é caminho, verdade e vida para todos aqueles que são chamados a realizar em si o projeto do Pai.” 

(Documento final do Congresso sobre Vocações para o Sacerdócio e a Vida Consagrada na Europa. Roma, 5-10 maio 1997)

A Europa evangelizou o mundo, mas começou a perder a fé nos séculos XVII a XVIII, piorou nos séculos XIX a XX. Nós, do século XXI (iniciado em 1 de janeiro de 2001, e que terminará em 31 de dezembro de 2100), estamos vendo que a situação se agravou ao extremo. Não somente a Europa está perdendo de modo acelerado a fé em Jesus Cristo, Deus, Senhor e único Salvador; mas esse fenômeno de origem demoníaca está acontecendo em todo o mundo, em todos os países que eram fortemente cristãos. No mundo, os cristãos estão se tornando pagãos. Com a perda da fé, estão perdendo a razão. Com a perda da fé e razão, estão perdendo a identidade de pessoa humana.

O que vai acontecer?
Deus vai intervir.

Como?
Só Ele sabe, mas parece que Deus vai suscitar outros países para reevangelizar a Europa e os outros continentes. Será o Brasil o principal país que evangelizará o mundo?

Quando isso ocorrerá?
Só Deus sabe, pois o Brasil precisa primeiro de um poderoso derramamento do Espírito Santo. Esse poderoso derramamento do Espírito de Deus suscitará grandes santos. Eles serão homens e mulheres de todas as idades. (É uma profecia? Não. É oração de um católico brasileiro.)


MUITOS EM UM SÓ CORPO E UM SÓ ESPÍRITO

“Sede um só corpo e um só espírito, assim como fostes chamados pela vossa vocação a uma só esperança”.

(Ef 4, 4)

São muitos os membros da Igreja Católica, que Jesus fundou em Pedro; mas um só é Deus, que nos une por um só Espírito. A Igreja é rica em ministérios e dons. Ser membro da Igreja não significa que exerceremos todas as missões, que teremos todos os dons. Significa que devemos exercer, dentro da Igreja, e a ela sendo submissos, a missão com o dom que Deus nos deu.

Da mesma forma, devemos servir a Deus nas inumeráveis vocações suscitadas pelo Espírito Santo dentro da Igreja.

Qual é a minha vocação entre as inumeráveis vocações dentro da Igreja?
Se sei qual é minha vocação, devo ser nela um só corpo e um só espírito, porque a vocação nos chama a ter uma só esperança e levar essa esperança ao mundo: nossa esperança é Jesus Cristo. “Sede um só corpo e um só espírito, assim como fostes chamados pela vossa vocação a uma só esperança”. (Ef 4,4)

Como faço para ser um só corpo e um só espírito, pela vocação que me chama à esperança, que é Jesus? Cada um de nós deve observar como vive o compromisso vocacional. Perguntemo-nos se dizemos que somos vocacionados e que amamos a vocação, mas, por atos, demonstramos que não vivemos a unidade vocacional. Devemos sondar nossa consciência para ver o grau de nosso compromisso e descompromisso.

O grau de compromisso não é o que eu quero, mas o que Deus quer.
O grau de descompromisso é aquele que o Diabo quer.
É vontade do Diabo que o vocacionado não leve para a sua oração o pedido de perdão por não se esforçar para ser um só corpo e um só espírito, no chamamento vocacional que o chama a uma só esperança.

O DIABO TENTA PRENDER O CORAÇÃO E A MENTE DO VOCACIONADO PARA ELE NÃO PERGUNTAR A DEUS:

  • Se está vivendo em unidade vocacional, como o Espírito Santo inspira.
  • Se está vivendo fora da unidade vocacional, como o diabo quer.
  • Se ele se submete ao que o Espírito Santo inspira no silêncio de seu coração, nos momentos de oração, em outros momentos da vida, nos momentos de formações.
  • Se está alegrando ou entristecendo o coração de Deus por não orar e meditar sobre o assunto do mistério da unidade vocacional.
  • Se é certo ele escolher como estar em unidade vocacional, sem perguntar a Deus se sua escolha o une ou o afasta da unidade que Deus quer.

“DEUS VOS FAÇA DIGNOS DA VOSSA VOCAÇÃO” (2 Ts, 1, 11)

São Paulo fala da oração que fazia pelos tessalonicenses: “Nesta esperança suplicamos incessantemente por vós, para que nosso Deus vos faça dignos da vossa vocação e que leve eficazmente a bom termo todo o vosso zelo pelo bem e a atividade de vossa fé”. (2Ts 1,11)

Viver a vocação de Jesus não é viver a minha vocação. Por quê?
Porque a vocação é de Deus e não minha. O dono da vocação é Deus; porém, devo viver a vocação de Deus como minha, porque Deus a deu a mim. Jesus disse: “Tudo o que o Pai possui é meu. Por isso, disse: Há de receber do que é meu, e vo-lo anunciará”. (Jo 16,15)

O que Jesus fez ao receber a vocação do Pai?
Jesus a deu aos seus escolhidos.

Por que Jesus me deu sua vocação?
Para que eu cuide dela como minha, sem esquecer que a minha vocação pertence a Deus, e a Ele todos devemos explicações de nossas vidas nela.

Por que Jesus quer que vivamos em sua vocação?
Porque Ele mesmo quer nos fazer dignos de sua vocação, fazendo-nos levar eficazmente a um bom acabamento nossa dedicação nas boas obras, por meio da presteza de nossa fé.

Pensemos!!!
Deus quer nos fazer dignos de sua vocação.
Como Deus quer nos fazer dignos de sua vocação?
Fazendo-nos levar.
Levar o quê?
Nossa dedicação.
Dedicação a quê?
Às boas obras, por meio da presteza da fé.


A UNIDADE VOCACIONAL É FONTE DE PROTEÇÃO, CURA, MILAGRE E BÊNÇÃOS ESPIRITUAIS, FÍSICAS E MATERIAIS

Não é uma regra, pois Deus usa de sua metodologia para a santificação e salvação de seus vocacionados, de modo diferente com cada um deles. O mais comum é vermos proteção, cura, milagre, bênçãos espirituais, físicas e materiais, concedidas por Deus aos vocacionados leigos, de modo diferente do que essas bênçãos são dadas aos vocacionados que servem a Deus em conventos e mosteiros; que fazem votos de pobreza, obediência e castidade.

Devido às necessidades dos legítimos e honestos compromissos sociais na vida de vocacionados leigos, que servem a Deus “na vida matrimonial e profissional, na cultura e na política, na arte e no esporte, nas relações humanas e de trabalho” (Congresso sobre Vocações, Roma, 5-10 maio 1997), as curas, milagres, bênçãos espirituais, físicas e materiais são concedidas a uns além do necessário; a outros, o necessário; outros, recebem a medida que se vê na classe social mais organizada; outros, recebem intermediariamente; outros, em medida inferior, segundo a presciência de Deus. Todos nós, que recebemos graças e bênçãos de Deus, lembremos que: “A quem muito se deu, muito se exigirá. Quanto mais se confiar a alguém, dele mais se há de exigir”. (Lc 12,48)


OS OLHOS DO VOCACIONADO OLHAM PARA ONDE ESTÁ O CORAÇÃO

Jesus diz que o vocacionado que “põe a mão no arado e olha para trás não é apto para o Reino de Deus”. (Lc 9,62)

Olha para trás o vocacionado que, olhando as ofertas do mundo, esquece-se de Deus.

Olha para trás o vocacionado que quebra a intenção e a palavra dada a Deus, de viver para fazer vontade divina; e, desistindo, deixa de viver como se comprometeu com Deus, e vai viver sua vida conforme sua vontade.

Está olhando para trás o vocacionado que não vive dignamente a dignidade da vocação no mistério da unidade vocacional.

Está olhando para trás o vocacionado que, ao invés de confiar, impacienta-se com as demoras de Deus.

Está olhando para trás o vocacionado que anda com a vocação, quando a vocação anda por onde ele quer andar; mas sai da unidade da vocação, quando a vocação vai aonde ele não quer ir.

Olha para trás o vocacionado que sente mais prazer em se alegrar sozinho ou com outros, do que na unidade da vocação à qual Deus o chamou.

Olha para trás o vocacionado que quer se alegrar na vocação, sem carregar a sua cruz atrás de Jesus.

Olha para trás o vocacionado que ama os prazeres que o dinheiro pode comprar, mais do que ama a Deus. “O insensato não tem propensão para a inteligência, mas para a expansão dos próprios sentimentos”. (Pr 18,2)


DEUS NÃO SALVA TODOS OS VOCACIONADOS QUE OLHAM PARA TRÁS

Se Deus deu a vocação, existem vocacionados que olham para trás? 
Sim! existem. 

“Porque muitos são os chamados, e poucos os escolhidos”.

(Mt 22, 14) 

“Ouvi: Saiu o semeador a semear”.

(Mc 4, 3) 

“O campo é o mundo. A boa semente são os filhos do Reino. O joio são os filhos do Maligno”.

(Mt 13, 38)

Há vocacionados que olharam e continuam a olhar para trás por maldade humana. Não querem pensar, falar e ouvir sobre Deus; sobre os Mandamentos; sobre o certo a fazer e o errado a renunciar; por maldade humana, por amar o que o mundo oferece mais do que amam a Deus.

Estão cegos pelas ilusões mundanas; apegados a muitas coisas do mundo; presos em pecados da carne, dos quais não querem se libertar. Em nenhum momento oram a Deus, pedindo perdão e libertação de seus pecados. Eles não têm, nem querem ter entendimento dos assuntos de Deus. Amam o barulho do mundo, não suportam o silêncio de Deus. Amam a libertinagem, odeiam até a palavra disciplina. Não se preocupam com o destino eterno de suas almas. Deus não os salvará, porque eles não querem se salvar. A justiça divina os condenará, porque eles querem ser condenados. O perdão não lhes será dado, porque eles não querem ser perdoados.


OS FRACOS NÃO SÃO CONDENADOS PELA JUSTIÇA DIVINA

“A mulher de Ló, tendo olhado para trás, transformou-se numa estátua de sal” (Gn 19, 26)

Do outro lado, há vocacionados que olharam ou olham para trás por fragilidade humana, não por amar mais o que o mundo oferece do que amam a Deus. Estes ainda estão cegos pelas ilusões mundanas; apegados a muitas coisas do mundo; presos em pecados da carne; têm pouco entendimento dos assuntos de Deus; mas amam a Deus, apesar de seus comportamentos dizerem o contrário.

Só Deus conhece a história, a situação de vida de cada pessoa. Só Deus conhece os corações. E quanto a esses pobres e miseráveis prisioneiros de pecados veniais ou mortais, Deus, o paciente, o bondoso, o misericordioso e justo; vendo que eles não conseguem sair das prisões dos espertos e cruéis demônios; das prisões de suas próprias pessoas; das prisões dos prazeres mundanos; dará um jeito de libertá-los, salvá-los, pois eles são fracos, e não maus. Pedro negou Jesus três vezes por fraqueza humana, não por maldade. Judas Iscariotes vivia traindo Jesus por maldade, não por fraqueza.

Estes vocacionados fracos, Deus os libertará de suas fraquezas, à proporção que eles, caindo e se levantando na luta contra as tentações e pecados, vão perseverando em oração, jejuns e arrependimentos; confessando-se; fazendo penitências; pedindo perdão, misericórdia, libertação e salvação.

Humanamente, se as pessoas sabem do mau comportamento de vida dos vocacionados fracos, eles são julgados como pessoas sem jeito, safados, hipócritas; por serem inconstantes na vida espiritual; por viverem se erguendo de suas fraquezas, mas depois de um tempo, às vezes pouco tempo, caindo de seus propósitos mais uma vez.

Mas, Deus!? Como Deus vê os que recaem em seus pecados por fraqueza, e não por maldade? Quem é o ser humano que pode avaliar, pesar, medir e julgar acertadamente o fraco ou o mau? Não existe esse ser humano, pois só Deus é justo juiz.


SE O VOCACIONADO NÃO LEVAR VIDA DIGNA DA VOCAÇÃO À QUAL FOI CHAMADO, ELE PODERÁ PASSAR POR ALGUNS PROBLEMAS

Em sua justiça amorosa, para salvar os fracos vocacionados que creem Nele; aqueles vocacionados que cometem pequenos pecados veniais, ou pecados de negligência por inadvertência; ou irrefletidamente; ou pecados veniais e mortais contra a unidade vocacional; Deus agirá para convertê-los, permitindo pequenos ou grandes sofrimentos na vida desses vocacionados.

São sofrimentos provindos da misericórdia de Deus, que são capazes de trazer o vocacionado à consciência de que ele precisa se esforçar mais para mudar de vida; levar uma “vida digna da vocação à qual foi chamado” (Ef 4,1). Diz o Senhor Deus: “Eu repreendo e castigo aqueles que amo. Reanima, pois, o teu zelo e arrepende-te”. (Ap 3,19)

Os sofrimentos que têm o objetivo de santificar e não de condenar, às vezes são pequenos ou grandes sustos. Se o susto não surtir o efeito desejado por Deus, de sustos podem ir para:
– Pequenas ou grandes doenças QDPMT (Que Duram Pouco ou Muito Tempo);
– Pequenos ou grandes problemas QDPMT;
– Pequenos ou grandes prejuízos financeiros QDPMT;
E mais uma diversidade de situações aflitivas, segundo a criatividade de Deus.


DEUS TUDO FAZ PARA SALVAR O VOCACIONADO, ATÉ MESMO AQUELE QUE NÃO SABE QUE É UM VOCACIONADO AO CÉU

Dois homens que eram ladrões, morreram crucificados ao lado de Jesus. Os dois homens, não os ladrões, eram vocacionados ao Céu. Apenas um deles, vendo que só tinha aquela oportunidade de se salvar, pediu a Jesus a salvação, sendo imediatamente atendido.

O outro homem passou sua vida roubando e fazendo outras coisas ruins; pois quem adquire o vício de roubar, vai endurecendo o coração e fazendo pequenas maldades. Depois, por ter o coração endurecido, esta pessoa fará grandes maldades. Esse homem se transformou em um mau ladrão. Ele foi mau até o fim de sua vida. Morreu como ladrão, sem se arrepender de seus pecados.

O homem que era ladrão por fraqueza, e não por maldade, procurava, sem conseguir, um jeito de deixar de ser ladrão. Esse jeito era Jesus, a quem ele encontrou ao seu lado antes de morrer. Arrependido de seus pecados, sendo perdoado por Jesus, ele morreu sem ser ladrão; morreu como um homem de fé em Jesus Cristo. No mesmo dia se encontrou com Jesus no Paraíso, pois Jesus tinha lhe feito essa promessa.


ASSASSINATO É UM PECADO MORTAL. COMO DEUS VÊ O ASSASSINO?

Pergunta fácil de ser feita, resposta dificílima de se dar; porque Deus não vê, entende, discerne, julga e dá veredicto como o ser humano.

O que pensar de um homem que:
– É indiferente a Deus.
– Tem bom emprego e alto salário.
– Gasta muito dinheiro, comprando os prazeres que o dinheiro pode comprar.
– Se considera e age como playboy.
– Adora bebedeiras.
– Envolve-se frequentemente com prostitutas.
– Casa e se divorcia.
– Tem filho com outra mulher e entrega seu filho ao orfanato.
– Lança-se a cada dia mais na vida de bebidas, festas, mulheres.
– Pede dinheiro ao pai para comprar um barco, o pai nega.
– Assalta uma casa de câmbio.
– Fere o cambista com duas coronhadas na cabeça.
– Na fuga, mata um policial, pai de família, de 35 anos.
– Atira em pessoas na rua, ferindo o pescoço de uma moça.
– No julgamento, diz sarcasticamente que não estava arrependido e que deveria ter usado uma metralhadora.
– Na prisão, diz ao padre que não tem fé e que não se preocupe com ele.

PERGUNTA!
Haverá salvação para uma pessoa com essa lista de maldades e que diz não se arrepender?
Convido você a reler, ou ler pela primeira vez, a história de Jacques Fesch.


Deus, que é bom, misericordioso e poderoso, abençoe-nos a todos.
J.V.

Servo de Deus Jacques Fesch, Leigo (o “santo assassino”)

Na história da Igreja, há um só precedente de um condenado à morte por delitos comuns e elevado à honra dos altares. Trata-se do “bom ladrão”, São Dimas, há 2.000 anos.

Depois do processo diocesano celebrado em Paris, chegaram a Roma os atos da causa de beatificação de Jacques Fesch, um jovem francês guilhotinado pelo homicídio de um policial, durante um assalto. 

Sua história é um exemplo maravilhoso de que é possível uma conversão sincera, um arrependimento verdadeiro e de que, mesmo tendo-se cometido pecados graves, uma pessoa pode vir a se santificar pela confiança em Deus, pelo reconhecimento da infinita misericórdia divina, pela humildade, pela oração, pela contrição perfeita de seus pecados e pelo oferecimento a Deus de todas as suas penas e sofrimentos, como forma de expiá-los. Sua história é muito edificante.

“Santo assassino”

Estamos acostumados a ouvir histórias de santos que, desde a infância, tiveram uma adesão humilde e forte à fé recebida em seu santo Batismo. Santos que se tornaram notáveis pelo amor incondicional à Igreja e ao próximo. Santos que gozavam de tamanha fé, que lhes permitia operar grandes milagres. Isto fez com que alguns encarassem a santidade como algo extraordinário, impossível de ser alcançado. Eis a razão pela qual muitos se escandalizaram quando foi encerrada a fase de informação diocesana e aberto o processo de beatificação de Jacques Fesch, jovem francês, condenado à prisão e finalmente executado na guilhotina, por ter matado um policial e ferido um funcionário de uma casa de câmbio, numa tentativa de roubo.

Nascido em família rica, filho de um poderoso banqueiro belga, ateu e adúltero; indiferente quanto à formação religiosa de seus filhos. Não possuía gosto pelos estudos. Foi enviado à Alemanha para combater pelo exército francês. Depois de ter prestado serviço militar, foi-lhe arranjado um emprego com alto salário em um banco, sendo demitido após três meses. Levava uma vida mundana. Com fama de playboy, era dado às bebedeiras e frequentemente se envolvia com prostitutas. Casou-se aos 21 anos, numa cerimônia civil com Pierrette Polack, filha da vizinha, que estava esperando um filho seu. Seus pais, antissemitas, não aceitaram o fato de sua nora ser filha de pai judeu. Não obstante o nascimento da filha, o jovem Fesch continuou a se encontrar com outras mulheres. Desses encontros, nasceu Gérard, filho bastardo que foi entregue aos cuidados de um orfanato. Logo após, o casal se divorciou.

Inquieto e deprimido, pretendendo fugir das responsabilidades da família que, muito jovem, havia formado, decidiu empreender uma navegação solitária em redor do mundo. Pediu a seus pais a ajuda financeira necessária para comprar um barco e realizar tal viagem. Eles, não compreendendo a delicada situação emocional de seu filho, tendo-o por desequilibrado e ilusionista, negaram todo o apoio. A fim de conseguir recursos para o seu plano, acertou com o famoso cambista Alexander Silberstein a troca de dois milhões de francos por barras de ouro. No entardecer do dia 25 de fevereiro de 1954, dirige-se à casa de câmbio. Lá, apontou um revólver e exigiu a entrega do dinheiro que estava guardado na registradora. O cambista reagiu, sendo atingido com duas coronhadas na cabeça. Enquanto fugia com a quantia roubada, por meio de uma rua movimentada, deparou-se com um policial, Jean Vergne, de 35 anos, viúvo e pai de uma filha pequena. O policial, que havia sido alertado por alguém que estava a passar de que aquele jovem havia assaltado uma casa de câmbio, ordenou que ele parasse e se entregasse. Hesitante, o jovem atirou três vezes, o que custou a vida do policial. Revoltada, a multidão começou a perseguir o assassino, que continuava a atirar, ferindo uma moça no pescoço. Finalmente, ele se rendeu e foi preso.

O crime ganhou repercussão na França. O homicida não era um homem comum, mas filho de um rico banqueiro. Levado a julgamento, não demonstrava arrependimento. Com seu característico humor sarcástico, limitou-se a dizer: “Arrependo-me de não ter usado uma metralhadora”. O tribunal marcou uma audiência futura, na qual seria decidida a condenação à guilhotina. Já na prisão de La Santé, foi levado ao capelão, a quem falou: “Não tenho fé. Não se preocupe comigo”. No entanto, seu advogado, Paul Baudet, católico fervoroso, decidiu lutar não apenas para salvar a vida de seu cliente, mas, sobretudo, para salvar sua alma. Jacques Fesch contava também com o apoio espiritual do velho capelão dominicano. Com o passar do tempo, começou a sentir uma angústia que penetrava no mais profundo de seu ser. Uma angústia pela vergonha que havia causado à sua família. Crescia o temor da morte, ao passo que os dias para a sua possível execução se aproximavam. Entretanto, ele continuava cético e descrente. Chegou, por vezes, a ter desejos de atentar contra sua própria vida.

Foi na noite de 28 de fevereiro de 1955 que sofreu uma conversão repentina, após ter passado por uma experiência mística. Assim descreve: 

“Estava deitado, olhos abertos, realmente sofrendo pela primeira vez na vida. Repentinamente, um grito saiu de meu peito, uma súplica por ajuda – Meu Deus – e, como um vento impetuoso que passa sem que soubesse de onde vem, o Espírito do Senhor me agarrou pela garganta. Tive a impressão de um infinito poder e de uma infinita bondade que, naquele momento, me fez crer com convicção que nunca estive abandonado”.

O Servo de Deus é abraçado por sua mãe nos corredores do tribunal

Enquanto a justiça dos homens faz o seu curso com os processos, os interrogatórios, as acusações do ministério público e os planos da defesa, o jovem, na solidão da sua cela, lê as revistas, clássicos e romances que lhe passam. Também o Capelão e o seu advogado, Baudet, um convertido que se tornou carmelita secular, incentivam-lhe leituras espirituais. Jacques é fulminado pelas figuras de São Francisco de Assis, Santa Teresa de Ávila e Santa Teresinha do Menino Jesus, a quem chamava de “minha pequena Teresa”, bem como da Divina Comédia. Depois de um ano de detenção, tem uma experiência mística em que, conforme relato seu em uma carta: “como um vento impetuoso que passa, sem que se saiba de onde vem, o Espírito do Senhor me agarrou”.

A um amigo seu confiou, certa vez: 

“Agora tenho verdadeiramente a certeza de começar a viver pela primeira vez. Estou em paz e dei um sentido à minha vida, enquanto antes não era mais que um morto vivo”. 

Fesch ainda passaria dois anos e meio na prisão. Durante este tempo, levou uma vida ascética. Evitava qualquer regalia. Dizia sempre que na cadeia existem duas formas de viver: ou se rebelar contra sua própria situação, ou adotar um estilo de vida monástico. Tendo verdadeiramente a certeza de que começara a viver pela primeira vez, recluso em sua cela, transmitia a sua fé por meio de cartas que se tornaram objetos de reflexão por parte de jovens católicos franceses. Mesmo passando por períodos depressivos, o temor da morte desapareceu, face ao temor de morrer em pecado. Finalmente, após quase três anos de espera, Jacques foi levado ao julgamento definitivo. Lá, demonstrou sincero arrependimento pelo que havia causado ao policial e à sua família. Todavia, não obstante a eloquência do advogado e as lágrimas de remorso do réu, a corte foi unânime em declará-lo condenado à morte. Agendada a data da decapitação, procurou aguardar a execução em paz e em oração, enxergando-a como uma forma de santificação. Resistiu à tentação de odiar aqueles que o haviam sentenciado ao cruel destino. Escreveu em seu diário: “Que cada gota do meu sangue apague um pecado mortal.”

Jacques espera a execução em oração, aceitando-a como ocasião de graça.

As notícias de sua conversão comoveram milhares de pessoas. Sua última esperança seria a absolvição dada pelo presidente René Coty. Este, por pressão da polícia, não demonstrou misericórdia. Nas vésperas da execução, o jovem escreveu: 

“Último dia de luta. Amanhã, nesta hora, estarei no Paraíso. Que eu morra, se essa for a vontade do bom Deus. A noite avança e eu fico cada vez mais apreensivo. Meditarei na agonia do Senhor no Horto das Oliveiras. Oh, bom Jesus, ajudai-me, não me abandoneis. Mais cinco horas, e estarei na verdadeira Vida. Mais cinco horas, e eu verei, Jesus!”

Às 05h e 30min do dia 1° de outubro de 1957 (festa de Santa Teresinha), os guardas carcerários que vão buscá-lo o encontram de joelhos e em oração ao lado da cama bem arrumada. “Senhor, não me abandone, eu confio em Ti” – foram suas últimas palavras.

Sua experiência mística, sua espiritualidade fervorosa, sua vitória na batalha contra si mesmo e contra os demônios da amargura e do desespero, inspiraram a abertura de seu processo de beatificação. Porém, não faltaram objeções. Uns alegaram que era um absurdo se beatificar um criminoso. Outros argumentavam que a beatificação poderia levar outros assassinos a usarem a desculpa de conversão como meio de evitar qualquer punição. É salutar ressaltar que na história da Igreja há um só condenado à morte por crimes que foi elevado à glória dos altares: o Bom Ladrão, a quem a Tradição atribuiu o nome de Dimas, morto com o Senhor no Calvário. Essa é a prova de que ninguém está perdido aos olhos de Deus, mesmo que a sociedade o tenha condenado e desprezado. Ele conhece nossas fraquezas, nossos limites e, com a ternura de um Pai, está sempre disposto a nos perdoar, mesmo que nos arrependamos nos últimos momentos.

Por se tratar de um precedente único, o processo de beatificação de Jacques Fesch foi tratado com a maior cautela. Foram analisados todos os seus escritos. Quando estava para ser aberto o processo, o Emmo. Sr. Cardeal Jean-Marie Lustiger, então arcebispo de Paris, declarou que para a Igreja declarar alguém santo, não significa propor à admiração seus erros ou crimes; pelo contrário, significa apontar o exemplo de conversão de alguém que, apesar de uma vida pregressa condenável, soube ouvir a voz de Deus e retornar a Ele. Não existem pecados, por mais graves que sejam, que impeçam a Deus de ir ao encontro do ser humano e de lhe propor a salvação, concluiu o cardeal.

Hoje, concluído o processo de beatificação, resta aguardar a comprovação de um milagre alcançado por sua intercessão. É provável que seja elevado aos altares, em um futuro não muito longínquo, um jovem desorientado pertencente à alta burguesia, homicida e condenado à morte, que, no cárcere, logrou em pouco tempo altos cumes de espiritualidade com sua fulgurante conversão. Penso que, se ele foi capaz de entregar-se totalmente a Deus, também nós, apesar de nossa fraqueza e miséria, não devemos nos desesperar, por pouco que perseveremos em sair de nossos pecados. Basta que ponhamos nossa confiança em nosso Salvador, sempre vivo a interceder por nós e disposto a nos perdoar.

Jacques e Teresinha do Menino Jesus

“Que bela esta pequena santa, pois como está tão perto de nós! Pela pequena via, sei que posso levantar-me. Dê as pequenas coisas que não são muito difíceis. Darei o meu cigarro”. Jacques se coloca no lugar de Pranzini: ela salvou a alma de um homem condenado à morte e seu caso é muito semelhante. Teresa de Lisieux era comemorada, naquela época, no dia 3 de outubro. Jacques espera morrer naquele dia: “Sinto que a quinta-feira se aproxima com a minha pequena Santa Teresinha do Menino Jesus”. Ele faleceu em 1º de outubro, dia que, depois do Vaticano II, passou a ser o dia da festa de Teresinha (na década de 50 sua memória era celebrada no dia 03 de outubro).

Fonte: http://www.santosebeatoscatolicos.com/2014/04/servo-de-deus-jacques-fesch-leigo-o.html

14 comentários

  1. Como é grande Senhor a vossa misericórdia! Nos ajude a confiar Senhor.
    Fortalece a unidade com o chamado que me fizestes, minha vocação.

  2. Bendito seja sempre o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo que apesar de sermos pecadores nos amou primeiro. Concedendo-nos a graça de conhecermos esta Santa Vocação. Sua benevolência nos alcança e por sua misericórdia alcançaremos o Céu.
    Obrigada meu Papai do Céu e minha Mãezinha Maria por todos os cuidados através da VJ à todos os vocacionados.

  3. Obrigada Senhor por teres me feito uma eleição.Sou imensamente feliz e grata por minha vocação que sem dúvida é um caminho de uma alegria que não se encontra em nenhum lugar, mas somente nela.Amo minha vocação!

  4. A misericórdia divina nos alcança em qualquer situação que estivermos. Que o Senhor nos faça dignos de vivermos os mistérios da unidade vocacional da vocação a qual Ele mesmo nos deu.

  5. 🙏🙏🙏Louvado seja Deus pois em Sua infinita bondade,amor e misericórdia nos presenteou com a Vocação de Jesus. Serei grata a Ele até meu último suspiro…🙏🙏🙏

  6. Agosto: Mês das Vocações. Oro por todas as Vocações que tem por Objetivo Serem Pescadores de Almas para o CÉU…em Especial a Vocação de Jesus.

  7. A misericórdia de Deus ultrapassa nossas expectativas. Bendito seja o Senhor que não desiste de Nossa salvação! Enquanto há vida há esperança de ser santo. Que a graça da Unidade Vocacional nos transporte para o Céu!!!

  8. Muito bom. Um excelente exemplo. Tira da gente as tristeza e desânimos causado pelo peso do pecado e que nos leva dúvida. A certeza que Deus nos perdoa agora é maior que a dúvida. Estou muito feliz depois de lê esse trecho revelador . Enquanto há vida há esperança. Pois se deixar essa vida com esperança na vida eterna, a vida jamais acabará.

  9. Louvado seja Deus por essa meditação é muito rico ,que possamos meditar, e dar a devida vivência , no chamado onde estamos e dando o devido valor , a esse chamado de Deus,nas nossas vidas, sendo fiel onde Deus nos chamou a servir. Louvado seja Deus .🙌🙌🙌

  10. “Mais cinco horas, e eu verei, Jesus!”, esse foi o trecho que mais me tocou. Sem dúvida, são palavras que expressam o coração de um homem profundamente tocado pela misericórdia de Deus e passou a colocar toda a sua confiança NELE. Bendito seja Deus por essa formação que nos leva a querer viver a vocação que Deus nos deu com a dignidade a que somos por Ele chamados a viver. Na firme esperança de que caminhamos para a vida eterna com nosso amado Deus no Céu.

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